Restart.

07/01/2010

Quando eu comecei o Pop and Coffee ano passado, tinha o intuito de escrever no mínimo 1 vez por semana. Tinha várias idéias, conhecia um monte de coisa bacana e queria poder dar minha opinião / ponto de vista sobre tudo, etc e tal, mas…

2009 pra mim foi um lixo. Não sei porque, perdi a vontade de fazer muita coisa que tinha planejado, projetos, metas, enfim. Fiquei com preguiça o ano inteiro. Não arranjava força pra fazer quase nada, só o essencial, nada de correr por “algo mais”. Resultado: lá por novembro eu já não via a hora de o ano acabar logo de uma vez, mesmo sabendo que 1º de janeiro é sempre só mais um dia (ou um dia a menos, para os pessimistas) e não é porque começou um ano novo que algo realmente poderia mudar.

Mas OK, resolvi seguir a tendência de muita gente de pensar que ano novo é espírito de renovação, criar novas metas, blablabla, e retomar tudo, criar coragem, finalmente. E me esforçando o máximo pra acreditar que este ano farei muita coisa que queria ter feito ano passado, ler, assistir, conhecer, jogar, ouvir, praticar, “nerdear”, rs.

Pois bem. Vou fazer de conta que 2009 foi um ano de preparação pra 2010, que é a partir deste mês de janeiro que vou fazer as coisas acontecerem para mim, correr atrás de tudo mesmo, não apenas deitar na cama e imaginar tudo, ou sentar na frente do PC e ficar gastando energia (minha e da casa) à toa. Vamos ver no que dá. Recomecei o jogo.

PS.: Se você não sabe, eu tenho twitter, faz um bom tempo já. Se quiser ler minhas rabugices diárias, só seguir:
www.twitter.com/fabiohamaya

PS2: Eu sei que o desenho que fiz tá horrível, mas queria mesmo ilustrar o post com alguma coisa e fiz rapidinho. Uma das metas deste ano é melhorar meu traço, e muito.

Música do dia: Friendly Fires: Skeleton Boy

“Você é o Herói e deve salvar o mundo das garras do Mal.”

12/08/2009

Básico, descomplicado, divertido e bonito.
É assim que consigo definir a série de jogos de RPG Dragon Quest. Uma das séries mais vendidas e amadas no Japão, ao lado de Final Fantasy.
Na verdade minha série favorita é Mother / Earthbound, mas dela eu falo em outro post.

dragon-quest-logo-dec-08

Acontece que recentemente foi lançado Dragon Quest IX para o Nintendo DS, e minha paixão pela série foi reanimada. Estou num verdadeiro vício jogando, e de repente bateu uma saudade tremenda das versões anteriores, principalmente o VII e o VIII, que não terminei até hoje, por preguiça mesmo.

Quase todos os DQ têm a mesma premissa. O protagonista é um herói ou alguém que ainda vai se tornar um, e deve viajar pelo mundo (sempre medieval), visitando cidades, conversando com pessoas, pasando por cavernas e castelos sombrios cheios de monstros, até chegar ao último desafio, que geralmente é algum Grande Rei do Mal.
“E o que tem de inovador nisso??”
Praticamente nada. Ao contrário da série Final Fantasy, que a cada versão tem gráficos melhores, sistemas diferentes, etc etc, Dragon Quest sempre teve um visual mais simples, história menos complexa, e quase nada de novo no sistema de jogo. Acontece que é essa simplicidade que é apaixonante. Sem contar que foi o primeiro RPG de console lançado, então essa sensação de nostalgia, de que um dia os jogos foram bem menos complexos, é que me faz sentir gosto por DQ.

dq8box

O design de personagens, monstros, ambientações são todos criados por Akira Toriyama (o criador de Dragon Ball), e a cada versão ele consegue se superar, mesmo mantendo um certo padrão no estilo.
Mas o melhor de DQ, sem dúvida, é a trilha sonora, composta por Koichi Sugiyama. São músicas absurdamente envolventes, que te faz entrar no clima de cada situação, seja caminhando pelo mundo, lutando, ou desvendando mistérios. Para os jogos, a versão das músicas é feita em sintetizadores, mas todos têm uma versão em orquestra (só em CD como trilha sonora) executada pela Orquestra Filarmônica de Londres, que é sensacional!
Segue a minha música favorita, que é a tocada nos momentos que você caminha pelo mundo, em DQIII. Ouçam, vale muito a pena:

Adventure (III)

O meu favorito é DQVI, do SNES, que foi o primeiro que conheci também. Pra mim, essa versão é a mais completa. Os personagens são cativantes, a história é linda e o desafio é assustadoramente alto, já que as cavernas são verdadeiros labirintos longos, e o tempo de jogo é muito grande, que te prende por dezenas de horas.

Bom, eu sei que o post foi MUITO longo, mas a vontade mesmo era falar de cada Dragon Quest, detalhe por detalhe.
Algumas versões existem em inglês, portanto, recomendo fortemente que conheça o jogo. Esqueça um pouquinho os gráficos sensacionaaaaais, a jogabilidade compleeeeexa, etc etc, que vemos em todos os jogos atuais, e experimente saborear um pouquinho o simples e nostálgico.

Vale cada passo heróico que você dá pra derrotar o Mal e se tornar lenda, como a própria sinopse diz, rs.

Imagens de cada versão que joguei / jogo:

DRAGONQUEST-POST

Música do dia: Arctic Monkeys: Cornerstone

Vida longa e próspera.

26/04/2009

star trek

Concorri a um par de ingressos para uma sessão surpresa do Omelete – http://www.omelete.com.br – para ontem (25/4) e ganhei.
Até a sessão começar, ninguém sabia que filme seria, apesar de os editores terem perguntado pra todos se queríamos saber o que era. Ninguém quis, pelo jeito todos preferiam ser surpreendidos até o filme começar mesmo.
Ok, aparece logo da Paramount, da Spyglass e por último, da Bad Robot. Nesse momento todos já sabiam, era o novo STAR TREK, dirigido por J.J. Abrams, o maluco que criou LOST.

Daí em diante, nem sei quanto tempo passou, fiquei de olhos pregados na tela, boquiaberto ou rindo. Filme sen-sa-cio-nal, divertidíssimo e de ação quase ininterrupta. Tudo bem, não conheço muito bem a série original, fora o que vi de relance há alguns anos atrás, na Band, se não me engano. Só sabia que tinha um orelhudo chamado Spock que fazia uma tal de “saudação vulcana” e que a nave do pessoal de agasalho azul, amarelo ou vermelho (que sempre achei tosco demais) se chamava U.S.S. Enterprise.
O filme é um reboot pra série, mas com uma solução muito boa pra não fazer de conta que o que todos acompanharam por 40 anos não aconteceu. Sim, o filme honra toda a saga Star Trek original, mas dando uma cara nova. Se eu explicar mais que isso vira spoiler.
E apesar de todo o drama – o desenvolvimento do personagem Spock é fantáááástico – o filme arranca de você muitas risadas. Nos melhores momentos gargalhadas mesmo, pois o senso de humor da história chega a ser surpreendente.
Por falar nisso, a trilha sonora, principalmente no começo do filme, é uma boa surpresa. Quero muito falar o que toca, mas daí é contar demais sobre o filme. Parei.

enterprise

Se um dos propósitos do filme era angariar novos “trekkers”, ele conseguiu, pelo menos comigo e com a minha namorada, já que a primeira coisa que fiz hoje foi procurar sobre a série no Wikipedia, e também pretendo ver a série original, vai que desta vez me apaixono por esse universo, que nem quando descobri Star Wars.
Como não conheço nenhum fanboy da série original, não sei dizer se o filme vai agradar os trekkers old-school, mas, poxa, a sessão inteira (vários tiozinhos inclusive) saiu com um baita sorrisão na cara, de orelha a orelha.

E tem como não ficar fazendo a maldita saudação vulcana e ficar falando “vida longa e próspera” o tempo todo, pra lá e pra cá? Não, não tem, o filme é marcante demais.
Ah, a estréia oficial é 08/05. Corre lá assistir!

saudação vulcana

Nota final: fiquei tão vidrado no filme, que quando me levantei da cadeira, dei um mal jeito na coluna. VENCER.

Música do dia: Beastie Boys: Sabotage

You’re all I need.

25/03/2009

rainbows

22/3, domingo, realizei um sonho que tinha desde 2000, quando forcei um amigo a comprar pra mim, de amigo secreto, o disco Kid A, do Radiohead. Finalmente vi esses caras ao vivo. E valeu cada faixa de cada disco, cada minuto de viagem de espera. Vi o show mais bonito do mundo, musical e visualmente.

O festival Just a Fest, surgido e organizado do nada, (e também no meio do nada, literalmente) começou às 18:30 com Los Hermanos. Não é minha banda nacional favorita, mas ouvia muito o segundo e terceiro discos na faculdade, então acabei cantarolando junto algumas músicas que conhecia bem, junto com diversos bocejos. Sim, crucifique-me quem é fanático, mas esse show me deu sono.

20:30 começou Kraftwerk, e foi bizarro. 4 tiozinhos vestidos com umas roupas parecidas com o uniforme do filme dos X-Men, cada um na frente do seu laptop, e 3 telões gigantescos passando imagens e animações com um visual retrô fenomenal. Som impecável, só queria saber o que exatamente eles faziam lá nos laptops. Até surgiu uma dúvida entre eu e meus amigos, se eles não estavam simplesmente conversando no MSN enquanto deixavam tudo rolar no mediaplayer. Desconfiança aumentada ainda mais quando surge e some rapidinho uma seta do windows no telão.
No meio do show os caras saíram e foram substituídos por uns bonecos / robôs que se mexiam mais que eles. E pra mim foi o melhor momento, já que até agora fico resmungando “we are the robots”. Depois os tiozinhos voltaram, com a pele emitindo uma luz roxa e as roupas mais coladas ainda com listras verde-fluorescente. Muito bizarro. Mais algumas músicas e fim do show.

radiohead

22:00 pontualmente surge o Radiohead. Palco todo iluminado pelos pilares suspensos no teto, variando pelas cores do arco-íris, e às vezes emitindo pequenos feixes de luz que faziam parecer que chovia no palco. E uma banda fenomenal, carismática, cada integrante com um jeito peculiar. Mas nada supera a aura de Thom Yorke.
Tadinho, ele é absurdamente feio. Deve ser esse o motivo da melancolia da banda, o cara só pode ser a soma de todas as dores do mundo em forma de gente.
Mas tem uma coisa naquelas danças desengonçadas, nas caretas, naquele olho que não abre, que não sei explicar. A presença dele fazia alguma coisa com as pessoas, eu olhava ao redor às vezes e só via expressão de perplexidade.

E de repente eles tocam Idioteque. Thom Yorke surta, e não teve jeito, despiroquei junto. Quando percebi, eu tinha um espaço só pra mim, o vento e a mais perfeita visibilidade do palco que me hipnotizava, pelo resto do show.
Quase chorei em All I Need e House of Cards, surtei de novo com Paranoid Android, me assustei quando começaram a tocar Fake Plastic Trees.
Mas o melhor, pra mim, foi uma música, que não foi tocada inteira, pois foi usada como uma espécie de introdução pra Everything In Its Right Place. A música que eu menos esperava e que mais queria que tocassem.

True Love Waits.

Nem o encerramento com Creep superou aqueles 2 minutos mais lindos que tive na minha vida. Pensei no quanto minha namorada fez falta naquele momento e pouco depois o show acabou.

Até sábado, 21/3, ainda não tinha caído a ficha de que iria ver o Radiohead.
Hoje já é quarta, 25/3, e ainda não caiu a ficha de que eu vi sim.

radiohead!

Fotos de Thiago Perini.

Música do dia: Radiohead: There there

Minha eterna batalha contra meu cabelo.

19/03/2009

restos do último corte

Cortei meu cabelo ontem. Quem me conhece e convive comigo sabe que isso é raro, a ponto de eu chegar a cortar de 2 a 3 vezes ao ano, no máximo.
É o seguinte: eu tenho medo de cabeleireiros, fora a frescura sem tamanho com meu corte. Nunca estive satisfeito com nenhum resultado, e parte da culpa disso é por ter frequentado por anos o mesmo cara, um dos piores que já vi na minha vida, em Avaré. O cara é tão ruim, mas tão ruim, que a especialidade dele é corte militar. Tá bom.
Uma vez, quando já morava em Londrina, a mãe de uma veterana minha cortou pra mim, e foi o melhor corte que já tinha tido até então. Sério, que nem ela fez, acho que ninguém nunca mais vai repetir. Aliás, nem ela, porque alguns meses depois ela se mudou pra outra cidade e nunca mais tive outra oportunidade. E dá-lhe tiozinho do corte militar de novo!
Depois que me mudei pra São Paulo, conheci a Maíra, que já chegou falando que meu cabelo estava feio demais (até então, foi o maior comprimento que tinha deixado, pois não queria mais o tio do corte militar e tinha medo de cabeleireiros desconhecidos) e se ofereceu pra cortar pra mim. Foi horrível, a tesoura dela não tinha fio e cada repicada era uma dor tão angustiante que quase chorei, e ela não entendia porque. Mas o resultado final ficou lindo. Tão lindo que tinha gente que mal me reconhecia. No fim ela prometeu comprar uma tesoura nova e virar minha cabeleireira oficial. Maaaaaaas, infelizmente, a gente foi perdendo contato e a promessa ficou no limbo.

Desespero total. E agora, quem vai cortar meu cabelo sem ver minha cara de decepção?

Ano passado um amigo meu, o Perini, me levou no seu Pedro. Salãozinho pequeno, quase uma garagenzinha, discreta, em algum lugar da avenida Brigadeiro. Claro que eu não botei fé. Mas o Perini insistiu tanto, que acabei cedendo. Foda-se, se ficar ruim, dá-lhe corte militar de novo e recomeço minha vida do zero.
Como eu não soube explicar o que exatamente queria, acabei desenhando. E seu Pedro entendeu perfeitamente. Ficou incrível, do jeito que eu imaginava!
E acabei virando cliente do lugar. Seu Pedro tem um senso de humor, e um falatório que eu não entendo muito bem, mas o importante é seu serviço. Ontem ele disse “não é minha mão que corta, é minha tesoura”. Hein?
Enfim, tudo isso pra dizer que hoje estou me sentindo muito bem e feliz com meu corte novo, graças à…. hmmmm… tesoura do seu Pedro. Hihihi.

Música do dia: The Kills: Cheap and cheerful

Hrrmmm…

17/03/2009

Eu vi Watchmen

Então né. Assisti Watchmen no cinema 2 vezes já.
A primeira vez saí da sessão com um sorrisão tão largo que fazia as pessoas na rua me olharem estranho. A segunda foi pra ver com a cabeça um pouquinho mais no lugar, passada a euforia, e desta vez o filme pareceu ter mesmo 2h40min.
Acontece que eu já li todas as HQs umas 3 vezes também. E, convenhamos, é muito melhor que o filme.
Tá, o filme tem seus pontos altos, poxa, é lindo ver os Minutemen originais em carne e osso com aqueles uniformes bregas e tal, assim como a trilha sonora surpreende, mesmo.
Minhas sequências favoritas:
– Crédito de abertura
– Enterro do Comediante
– Lembranças do Dr. Manhattan
Eu curti o filme, confesso, mesmo sendo fanáááático pela HQ e que tenha ficado triste pacas com a mudança da “causa” de uma sequência do final. O importante é que me senti dentro do universo de Watchmen MESMO, não numa adaptação meia-boca que nem A Liga Extraordinária. Urgh.
Acho que quem não leu a HQ ainda e viu o filme, pode ter um bom motivo pra começar, afinal, não tem efeitos especiais e lutas super-ensaiadas que substituam o conteúdo da HQ mais bem elaborada do mundo.
E pra quem conhece a HQ e ainda não viu o filme, assista com a cabeça aberta, afinal, é WATCHMEN, PORRA!

O que me consola é que a versão em DVD vai ter uma hora a mais de duração. Iupi!

Música do dia: K.C. and the Sunshine Band: I’m your boogie man

Eu não consigo tocar guitarra.

13/03/2009

1a. experiência com Guitar Hero

E olha que eu já tentei, algumas vezes. Digo, nunca fiz aula nem virei um obcecado que ensaia 4 horas por dia, mas já tentei, e o máximo que consegui até hoje foi aquele acordezinho inicial besta de “Come as you are”, no violão.

Sou um rockstar frustrado (existe uma comunidade no orkut com esse nome, é genial). Sempre sonhei em ter uma banda, de preferência onde eu sou o frontman, tocando guitarra e cantando, o que é um absurdo, porque nunca fui nem em karaokê, e até onde sei, canto mal pacas. Enfim.

Em 2007 meus amigos de Avaré, Daniel e Paulo, compraram a primeira versão do Guitar Hero, e logo depois a guitarrinha também. No começo achei a maior baboseira do mundo, poxa, fazer de conta que tá debulhando “Smoke on the water” apertando alternadamente 5 botõezinhos coloridos nesse braço de plástico?

Peguei pra tocar “Take me out”. Desastre total. Nem numa porra de brinquedo eu consigo fazer de conta que sou um rockstar. Pior ainda é pensar que nunca passei de Medium, já que no Hard eu dou game over em 2 minutos.

Depois foram saindo outras versões, e meus amigos viciados treinando sempre, e o Daniel chegou a comprar a guitarrinha sem fio. E cada vez que eu ia pra Avaré, jogava um pouquinho mais, mas nunca conseguia fazer aquele riff supercool de “Reptilia”. O dia mais broxante foi quando eu vi o irmãozinho de 7 anos do Daniel jogar o Guitar Hero anos 80 no Hard e acertar quase tudo. Cacete, nunca fiz essa nota nem no Medium!

Mais deprimente ainda foi ver o Daniel imitando os passinhos do Angus Young enquanto tocava (sem olhar pra porra da TV!) “Highway to hell”.

Não vou criticar que o jogo desvirtua verdadeiros guitarristas e o escambau, até porque li em algum lugar que tem muito moleque que resolveu fazer aula de guitarra de verdade depois de jogar Guitar Hero / Rock Band. Mas é sempre hilário ver algum amigo que é guitarrista mesmo, xingando “vai tocar guitarra de verdade, meu! Que bosta de jogo!”

Minha namorada, Priscila, vai comprar em breve um Playstation 3, e depois vamos juntar uma graninha pra comprar o kit completo do Rock Band. Porque eu ainda tenho esperança de ser um rockstar, nem que seja de mentirinha.

1a. vez no Rock Band
Falando em Rock Band, como eu desencanei de moer nos botõezinhos coloridos da guitarra, resolvi testar a bateria, que tem disponível pra jogar um pouco numa loja da Santa Efigênia. Já fui botando “Creep”, na esperança de desta vez arrasar e quem sabe finalmente descobrir (nem que seja de mentirinha, importante dizer) um talento musical e….

O botão amarelo não funcionava. Game over em menos de 1 minuto.

Música do dia: Broken Social Scene: Stars & sons

Café com Pop.

10/03/2009

Xícara companheira de todas as manhãs.

Eu tenho uma rotina matinal.

Acordo, e a primeira coisa que faço é preparar um café na minha cafeteira elétrica (a terceira em menos de 2 anos, eu quebro muito fácil essa coisa) e tomar na minha xícara do Snoopy beeeeem devagarzinho, na frente do meu computador. Faço isso toda manhã, inclusive nos fins de semana (sem ressaca), o que já despertou a fúria da minha namorada diversas vezes, por causa do meu excessivo sossego.

Vejo e penso sobre tanta coisa inútil, fútil ou que algum dia sabe-se lá se vai me ser útil, que dá vontade de ficar compartilhando com alguém. Por isso criei este blog.

Obviamente, como todo primeiro post, não tenho assunto algum que seja incrivelmente relevante (e os próximos serão? rs).

Por isso pop com café. Falarei sobre (quase) tudo que me vem na cabeça enquanto sou fuzilado voluntariamente pela internet e meus dentes vão se amarelando com o café.

Fique à vontade e pegue sua xícara também. Tenha um bom dia.

Música do dia: Beulah: If we can land a man on the moon, then surely I can win your heart